segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Não é sempre, mas acontece - 2005

Você deve estar se perguntando como uma única noite pode deixar tantas marcas. Mas é que para mim não foi apenas uma. Começou quando dividimos a primeira cerveja no Santa Casa. Terminou 3 anos depois em Ubatuba, quando percebi que estávamos querendo coisas muito diferentes. E na verdade continua toda vez que a sua presença mexe comigo. Não é sempre, mas acontece.

Fui sincera quando disse que achava que a gente não teria ficado junto, casado. Mas é certo que a gente teria vivido uma grande paixão, intensa. E se tem uma coisa que eu não vivi e gostaria de ter vivido era ela, ao invés de sufocado. Volta e meia você invade meus sonhos. Lá te desejo sem medo. Lá você me seduz. Lá eu me entrego em deliciosos beijos, amassos... Não é sempre (que pena), mas acontece.